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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Dalton Trevisan ganha o prêmio Camões de literatura
Escritor paranaense de 86 anos é o décimo brasileiro a
conquistar o troféu
O escritor paranaense Dalton Trevisan, de 85 anos,
conquistou a 24ª edição do prêmio Camões, o mais importante da literatura
escrita em português. O
anúncio foi feito nesta segunda-feira em Lisboa.
Trevisan é o décimo brasileiro a ganhar o Camões.
Antes dele, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Antonio
Candido, Autran Dourado, Rubem Fonseca, Lygia Fagundes Telles, João Ubaldo
Ribeiro e Ferreira Gullar já haviam sido premiados.
"““ “A escolha de Dalton Trevisan foi unânime”,
afirmou o brasileiro Silviano Santiago, um dos jurados do prêmio, em nota
oficial. "Primeiramente, pela contribuição extraordinária de Dalton
Trevisan para a arte do conto, em particular para o enriquecimento de uma
tradição que vem de Machado de Assis, no Brasil, de Edgar Allan Poe, nos EUA, e
de Borges, na Argentina."
Nascido em 14 de junho de 1925 em Curitiba, no Paraná,
Dalton Trevisan começou a escrever na década de 1940. Ficou conhecido pelo
estilo seco e econômico de escrever, pelo humor negro e violência de suas obras
e também pelo estilo de vida recluso - não gosta de ser fotografado e não dá
entrevistas.
A reclusão lhe valeu o apelido de "O Vampiro de
Curitiba", nome de um de seus principais livros. Outras obras importantes
são "Novelas Nada Exemplares" (1959), "Cemitério de
Elefantes" (1964), "A Guerra Conjugal" (1969) e "Ah,
É?" (1994).
No ano passado, Trevisan ganhou o prêmio Jabuti na
categoria contos e cronicas pelo livro "Desgracida". Veja abaixo a
lista completa de ganhadores do prêmio Camões:
1989 - Miguel Torga (Portugal)
1990 - João Cabral de Melo Neto (Brasil)
1991 - José Craveirinha (Moçambique)
1992 - Vergílio Ferreira (Portugal)
1993 - Rachel de Queiroz (Brasil)
1994 - Jorge Amado (Brasil)
1995 - José Saramago (Portugal)
1996 - Eduardo Lourenço (Portugal)
1997 - Pepetela (Angola)
1998 - Antonio Candido (Brasil)
1999 - Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
2000 - Autran Dourado (Brasil)
2001 - Eugénio de Andrade (Portugal)
2002 - Maria Velho da Costa (Portugal)
2003 - Rubem Fonseca (Brasil)
2004 - Agustina Bessa Luís (Portugal)
2005 - Lygia Fagundes Telles (Brasil)
2006 - José Luandino Vieira (Angola)
2007 - António Lobo Antunes (Portugal)
2008 - João Ubaldo Ribeiro (Brasil)
2009 - Armênio Vieira (Cabo Verde)
2010 - Ferreira Gullar (Brasil)
2011 - Manuel António Pina (Portugal)
2012 - Dalton Trevisan (Brasil)
segunda-feira, 30 de abril de 2012
200º Serão Poético - Sete Lagoas
200 º Serão Poético
Sábado, 05 de maio de 2012, às 20 hs
Casa da Cultura "Francisco Timóteo Pereira"
Av. Getúlio Vargas, 91- centro
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Abaixo-assinado pró Guimarães Rosa nas escolas faz projeto cair
Após
mobilização nas redes sociais, deputado desiste de lei que restringe livros com
conteúdo contrário à norma culta da língua
Tatiana
Klix, iG São Paulo | 20/04/2012 20:30: 58
Um
projeto que seria votado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais e
pretendia defender a língua culta nos livros escolares do Estado não será mais
transformado em lei. O autor da proposta, deputado Bruno Siqueira (PMDB),
decidiu nesta sexta-feira retirá-lo de tramitação após uma petição pública ter
recolhido em dois dias mais de sete mil assinaturas pela internet contrárias ao
texto que poderia afastar autores como Guimarães Rosa das escolas. “Houve uma
divulgação equivocada do projeto e para evitar um mal entendido, decidi retirar
o texto”, afirmou o deputado ao iG.
A
primeira versão do projeto de Siqueira, enviada para a Assembléia Legislativa
de Minas Gerais em junho de 2011, proibia a distribuição de todo e qualquer
material que tivesse conteúdo contrário à norma culta da língua portuguesa em
escolas da rede pública do Estado. Em outubro, o texto foi modificado e a
expressão "proibida a adoção e distribuição (de conteúdo contrario à norma
culta)" na lei foi trocada por “priorizada a adoção de livros que não
contrariem a norma culta”.
Sem
data para ser votado, mas já aprovado nas comissões de Justiça e Educação da
casa, o projeto não havia chamado muita atenção da opinião pública até a última
quarta-feira (18), quando o doutorando em Literatura Brasileira pela USP
Roberto Círio Nogueira leu uma divulgação da lei no site do deputado. Além da
restrição à linguagem popular, o texto também vetava livros com forte teor
erótico.
“Li
o conteúdo e achei grave, porque abriria precedente para a proibição de
praticamente toda a literatura brasileira desde o modernismo”, disse. Nogueira
mandou um email ao deputado e criou um abaixo-assinado em que alertava que a
lei, caso aprovada, proibiria a leitura do autor Guimarães Rosa nas escolas.
A
partir da petição, uma forte mobilização cresceu nas redes sociais e o deputado
reagiu. Antes de decidir retirar o projeto da Assembléia, enviou uma resposta
ao especialista em literatura brasileira e respondeu a críticas pelo Twitter.
Segundo
Siqueira, o texto não proibia nenhum livro, mas apenas pretendia garantir que
os alunos aprendessem português da maneira correta. Segundo afirmou ao iG, a idéia
da lei surgiu após denúncias de que o Ministério da Educação estava
distribuindo "livros didáticos que ensinavam a escrever errado".
No
ano passado, o livro Por uma Vida Melhor, usado em escolas de Educação de
Jovens Adultos (EJA), foi amplamente debatido por conter um capítulo que
defende que a linguagem popular também é adequada.
“O
projeto não proíbe Guimarães Rosa”, afirmou o deputado, ao explicar que o texto
inicial tinha sido mudado para evitar justamente o risco de restringir textos
literários nas escolas. "Mas como foi feita essa divulgação
sensacionalista, acho melhor retirar a proposta", completou.
Para
o autor do abaixo-assinado, que afirma ter lido no site do deputado a versão do
projeto com a palavra “proibida”, a mudança no texto era irrelevante. “Isso
quer dizer que autores que citei no abaixo-assinado não teriam suas obras priorizadas.
E isso também é grave”, explicou ao comemorar o resultado da mobilização.
Leia
o projeto inicial da lei:
“Fica
proibida a adoção e distribuição, na rede de ensino pública e privada do estado
de Minas Gerais, de qualquer livro didático, paradidático ou literário com
conteúdo contrário à norma culta da língua portuguesa ou que viole de alguma
forma o ensino correto da gramática. O disposto no ‘caput’ também se aplica
quando o conteúdo apresentar elevado teor sexual, com descrições de atos
obscenos, erotismo e referências a incestos ou apologias e incentivos diretos
ou indiretos à prática de atos criminosos”.
O
texto após modificação:
“Será
priorizada a adoção de livros que não contrariem a norma culta da língua
portuguesa.”
O
texto do abaixo-assinado pró Guimarães Rosa:
O
PROJETO DE LEI Nº 1.983/2011, protocolado na Assembléia Legislativa do Estado
de Minas Gerais pelo deputado estadual Bruno Siqueira (PMDB), proíbe a
distribuição na rede de ensino pública e privada do Estado de Minas Gerais de
qualquer livro didático, paradidático ou literário com conteúdo contrário à
norma culta da língua portuguesa ou que viole de alguma forma o ensino correto
da gramática de nosso idioma nacional, bem como conteúdo que apresenta elevado
teor sexual, com descrições de atos obscenos, erotismo e referências a incestos
ou apologias e incentivos diretos ou indiretos à prática de atos criminosos.
A
justificativa de tal projeto encontra-se embasada numa concepção do ensino de
Língua Portuguesa completamente defasada e obsoleta em relação ao conhecimento
científico solidamente acumulado na área de Letras e Lingüística. Além disto,
caso o projeto seja aprovado, esta lei proibirá a distribuição, nas escolas
mineiras, de praticamente todo o riquíssimo patrimônio literário brasileiro
edificado no século XX, já que um traço comum à vasta e heterogênea produção
literária nacional dos últimos cem anos é exatamente a subversão à norma culta
padrão de nossa língua materna. Restaria proibida em nossas escolas a
distribuição de livros da autoria de Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Mário
de Andrade, para ficar em apenas três nomes de uma infindável lista de grandes
autores que inclusive satirizaram o ensino da norma culta da língua, como
Oswald de Andrade no poema “Pronominais”. Restaria proibida também a
distribuição de livros de poetas como Gregório de Matos, que, no século XVII,
embora escrevesse conforme a norma culta da língua, eventualmente, usava
vocábulos de baixo calão e imagens eróticas em seus textos poéticos.
Considerando
que o ensino de Língua Portuguesa condizente com um Estado Democrático de
Direito deve se pautar pela leitura crítica de textos de quaisquer gêneros
discursivos, em vez de encontrar-se restringido por uma lei que representa
indiscutivelmente um retrocesso aos regimes mais autoritários de nossa história
(lembrando a censura executada pelo regime militar para proibir a circulação de
diversas obras literárias acusadas de cometer as mesmas “violações” que o
referido projeto menciona), manifestamo-nos contrários à aprovação do PROJETO
DE LEI Nº 1.983/2011.
sábado, 7 de abril de 2012
Sete Lagoas recebe mais uma edição do Serão Poético neste sábado
No
próximo sábado (07), Sete Lagoas recebe mais uma edição do Serão Poético, que
reúne poesia, teatro, dança, música, trovas e performances. O evento cultural
acontece no auditório da Casa da Cultura Francisco Timóteo Pereira.
A
programação gratuita e livre reforça as opções para quem for ficar em Sete
lagoas durante o feriado de Semana Santa. As atrações foram programadas pelo
Clube de Letras de Sete Lagoas, que também é realizador do evento, juntamente
com a Prefeitura Municipal/Secretaria de Cultura e Comunicação Social. A Casa
da Cultura está localizada na Avenida Getúlio Vargas, 91, Centro.
Fonte
terça-feira, 27 de março de 2012
Clube de Letras de Sete Lagoas empossa nova diretoria
Tomou posse no último dia 17, na reunião em
comemoração ao Dia da Poesia, a nova diretoria do Clube de Letras de Sete
Lagoas que atuará no biênio 2012/2013. Eleita no último dia 10, a nova diretoria contará
com Rosana Macedo Pontes como presidente, Nanci Rodrigues Zurmely como vice
presidente, Juliana Machado Cruz e Luiz Dias Vasconcelos como 1º e 2º
secretários, Nilson Ferreira Machado e Antônio Eugênio de Matos como 1º e 2º
tesoureiros, Magna Alves Dias e Carlito Alves Rodrigues como bibliotecários e
João Batista Drummond e Ana Maria Reis Drummond como relações públicas. A
assistência do Departamento Infanto-juvenil “Sangue Novo” ficará nas mãos da ex
presidente do Clube, Mariza da Conceição Pereira.
O termo de compromisso será assinado no próximo Serão
Poético que acontecerá no dia 07 de abril.
História das ações culturais
Nascido em um cenário de tensão e insegurança
proporcionado pela Ditadura Militar que vigorava no Brasil nos idos de 1964, o
Clube de Letras de Sete Lagoas surgiu da intenção de unir jovens na busca da
valorização da cultura e movimentação das ações culturais da cidade.
O grupo composto por nove jovens liderados por Marcio
Vicente da Silveira Santos ganhou a simpatia e o apoio de lideranças locais e
conseguiram mudar os rumos da cultura sete-lagoana. Segundo Mariza da Conceição
Pereira, ex presidente do Clube de Letras e atual assistente do departamento
infanto-juvenil do Clube, “nos 48 anos de existência do Clube de Letras lutamos
para criar a universidade, a Casa da Cultura, a Biblioteca Municipal. Também
atuamos pela reedificação do coreto da praça Tiradentes, para a reativação do
Museu Histórico e para a revitalização do Centro Cultural Nhô Quim Drummond, o nosso
querido Casarão. São ações que contam muito da história cultural de Sete Lagoas
e contribuíram para a cultura de outras cidades”.
Ainda de acordo com Mariza, outros movimentos surgiram
através do Clube de Letras, como a Associação Sete-lagoana de Letras e a União
Brasileira de Trovadores.
Faziam parte do grupo inicial do Clube de Letras, além
de Marcio Vicente, João Carlos de Andrade, Geraldo José de Paula Moura, Ronaldo
Gonçalves, Waldir Rodrigues Rocha, Edson Ferreira de Jesus, Fernando Holmes de
Lima, Geraldo Elísio M. Lopes e Evaldo Lopes de Alencar. Incentivando cada vez mais
as atividades literário-poéticas, o Clube de Letras realiza mensalmente o Serão
Poético, que este mês completou 198 edições. Reúne jovens, adultos e idosos
através do gosto pela leitura.
O Clube de Letras é aberto a todas as pessoas que
admiram a literatura. As reuniões semanais, sempre aos sábados, acontecem na
sede do Clube, localizado na Casa da Cultura – Avenida Getúlio Vargas, 91
Centro, das 17h às 19horas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Sete
Lagoas
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
ARTISTAS SETELAGOANOS REALIZAM SHOW BENEFICENTE À CASA DE CARIDADE JK
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
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